É muito diferente a sensação de ouvir um hino como se ouve uma música: acostumados a cantá-los amontoados nos pátios de colégios, abanando-nos de calor, incomodados por estarmos de pé e, às vezes, não nos lembrarmos da letra, num ambiente confortável podemos deixar nosso sentimento e nossas lembranças marcharem juntos por grandes avenidas decoradas.
Este, para mim, é nosso hino mais solene, a música-tema de nosso símbolo maior, a Bandeira nacional. Esta que traz um padrão geométrico e cores tão diversos é representada por um hino cuja letra, impecavelmente composta por Olavo Bilac, traz incomuns versos eneassílabos.
HINO À BANDEIRA
Salve, lindo pendão da esperança! Salve, símbolo augusto da paz! Tua nobre presença, à lembrança, A grandeza da Pátria, nos traz!
Recebe o afeto que se encerra Em nosso peito juvenil Querido símbolo da terra, Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso, retratas Este céu de puríssimo azul, A verdura sem par destas matas E o esplendor do Cruzeiro do Sul
Recebe o afeto ...
Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever, E o Brasil, por seus filhos, amado, Poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto ...
Sobre a imensa Nação Brasileira Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada Bandeira, Pavilhão da justiça e do amor.
Recebe o afeto ...
 | É uma pena que aquela corja de Brasília use a bandeira para fazer outras coisas, e não para ter como símbolo da pátria.
Por falar nisso, pátria? Que pátria? |
 | Eu também adoro esse hino, é o mais solene e o mais bonito. Ficaria bem melhor de ser cantado nos estádios mundo a fora. |
 | Nossa ! Muito linda essa versão ! Agora eu fico cantando o hino quando estou ansioso ... e de quebra ouço comentários maldosos ao meu respeito ... lol
Abrações ! |
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 | lzkarol wrote on Dec 28, '05, edited on Dec 28, '05 Deem uma olhada atenta no Hino a Republica — aquele cujo estribilho era utilizado para nos ensinar vocativo: “Liberdade, Libedade, abre as asas sobre nos... etc.— do parnasiano Medeiros de Albuquerque e do wagneriano Leopoldo Miguez, eh um primor de ufanismo e revisionismo historico (preste atencao na segunda estrofe). Vai sem acentos mesmo, por causa daqueles caracteres chineses que de vez em quando aparecem.
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