MusicNosso mais solene HinoDec 6, '05 10:31 AM
for everyone
É muito diferente a sensação de ouvir um hino como se ouve uma música: acostumados a cantá-los amontoados nos pátios de colégios, abanando-nos de calor, incomodados por estarmos de pé e, às vezes, não nos lembrarmos da letra, num ambiente confortável podemos deixar nosso sentimento e nossas lembranças marcharem juntos por grandes avenidas decoradas.

Este, para mim, é nosso hino mais solene, a música-tema de nosso símbolo maior, a Bandeira nacional. Esta que traz um padrão geométrico e cores tão diversos é representada por um hino cuja letra, impecavelmente composta por Olavo Bilac, traz incomuns versos eneassílabos.

HINO À BANDEIRA

Salve, lindo pendão da esperança!
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença, à lembrança,
A grandeza da Pátria, nos traz!

Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!

Em teu seio formoso, retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas
E o esplendor do Cruzeiro do Sul

Recebe o afeto ...

Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil, por seus filhos, amado,
Poderoso e feliz há de ser!

Recebe o afeto ...

Sobre a imensa Nação Brasileira
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre, sagrada Bandeira,
Pavilhão da justiça e do amor.

Recebe o afeto ...
Hino à Bandeira   

jsimoes wrote on Dec 6, '05
É uma pena que aquela corja de Brasília use a bandeira para fazer outras coisas, e não para ter como símbolo da pátria.

Por falar nisso, pátria? Que pátria?
fabiocarvalho wrote on Dec 12, '05
Eu também adoro esse hino, é o mais solene e o mais bonito. Ficaria bem melhor de ser cantado nos estádios mundo a fora.
mrharket wrote on Dec 14, '05
Nossa ! Muito linda essa versão ! Agora eu fico cantando o hino quando estou ansioso ... e de quebra ouço comentários maldosos ao meu respeito ... lol

Abrações !
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lzkarol wrote on Dec 28, '05, edited on Dec 28, '05
Deem uma olhada atenta no Hino a Republica — aquele cujo estribilho era utilizado para nos ensinar vocativo: “Liberdade, Libedade, abre as asas sobre nos... etc.— do parnasiano Medeiros de Albuquerque e do wagneriano Leopoldo Miguez, eh um primor de ufanismo e revisionismo historico (preste atencao na segunda estrofe).
Vai sem acentos mesmo, por causa daqueles caracteres chineses que de vez em quando aparecem.
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