Blog EntryPENSAMENTOS INCOMPLETOS -- FRAGMENTO 02E.7D7/RFeb 14, '07 10:56 PM
for everyone
..... ilo, não acredito em nada mesmo, podes deixar, subindo ou não em arvores genealogicas para comer a mim mesmo na ponta, mas não posso deixar de reparar o quanto sigo em fluxo da mesma maneira, por cima ou por quem quer que seja, lavado em jôrro sacro de fragrancia tão viril mas tão pouco prospera, e escrevo pouco, é verdade, e te leio rouco ainda, ainda bem, ainda ....







(em resposta á postagem de António D. Lopes; imagem de Brian Hardison in deviantART)

luckycz wrote on Feb 15, '07
O texto é lindo, Daniel. E a ilustração caiu como uma luva, parece que o texto foi feito depois dela, foi? Bejim.
maykbonami wrote on Feb 15, '07
luckycz said
a ilustração caiu como uma luva
Exatamente. E, depois, a mesma questão que lhe faço.
A imagem foi sua inspiração?

Ótimo piá!

abraço.

danielcz wrote on Feb 15, '07
Lu, esqueci de comentar que ri muito da seção de fotos eróticas dos objetos! QUE IDÉIA! Pûtz, adoreeeei :^D

Bjão!
danielcz wrote on Feb 15, '07
Então, meninos, a imagem foi achada depois do escrito, acreditais? O que inspirou o texto foi o post do António -- depois dai uma olhadela nele clicando no liame que deixei entre parênteses ;^)

Beijos!
maykbonami wrote on Feb 15, '07
:O
papitata wrote on Feb 15, '07
Curiosamente, este texto não surge no meu message browser. Apenas vi agora.
Traduzo em seguida o texto acima para a minha língua-mãe para que possamos ver as dissemelhanças (pensando na sua expressão: "a nossa língua-avó").

"não acredito em nada mesmo, deixa estar, subindo ou não árvores geneológicas para me comer a mim mesmo na ponta, mas não posso deixar de reparar o quanto sigo em fluxo da mesma maneira, por cima ou por quem quer que seja, lavado em jorro sacro de fragância tão viril mas tão pouco prospera, e escrevo pouco, é verdade, e leio-te rouco ainda, ainda bem, ainda..."
danielcz wrote on Feb 15, '07, edited on Feb 15, '07
(pensando na sua expressão: "a nossa língua-avó")
Amigo, não sei o que realmente entendeste de "língua-avó", mas é assim que carinhosamente chamo o latim :^P Como pôdes ver, essa grafia que uso é a de antes de nossa penúltima reforma, em 1939.

Mas vi o que fizeste: adequaste meu texto à forma europeia da língua, que nada mais é que a mesma nossa língua. Parafraseando Caetano Veloso, "gosto de sentir a minha língua roçar a língua de Luís de Camões; gosto do Pessoa na pessoa, da rosa no Rosa" :^)

Abraços!
papitata wrote on Feb 16, '07
Amigo, não sei o que realmente entendeste de "língua-avó", mas é assim que carinhosamente chamo o latim
Curiosamente tinha pensado que te referias a um estádio do português no passado comum aos nossos países. Agora está esclarecido. Referias-te à tal língua-avó... -morta. ;-)

papitata wrote on Feb 16, '07
Mas vi o que fizeste: adequaste meu texto à forma europeia da língua, que nada mais é que a mesma nossa língua.
Não fiz nada mais do que o que pretendia: mostrar que a diferença é de pouca monta, quase nula.

Mas a língua falada, como tu bem sabes, evolui (ou devolui? Bom, movimenta-se...) bastante mais rapidamente do que a escrita (por força de ser escrita e de ter sofrido ao longo da hstória a resistência a que já chamaram «diccionario» e «grammatica» *, forçando a uma diferença cada vez mais acentuada entre as duas formas. E se me entendes é porque o escrevo ;-)

______________

* de acordo com:

«Diccionario da Lingua Portugueza
por
Antonio de Moraes Silva
(Natural do Rio de Janeiro)
Oitava edição revista e melhorada
Editora - Empreza Litteraria Fluminense
de
A. A. da Silva Lobo
SÉDE - Rio de Janeiro, Rua Sete de Setembro, 81
SUCCURSAL - LISBOA, Rua dos Retrozeiros, 125
1891»
Add a Comment
   
© 2008 Multiply, Inc.    About · Blog · Terms · Privacy · Corp Info · Contact Us · Help

Template design - Copyright © 2005 Sam Royama All rights reserved.